domingo, 26 de abril de 2015
Publicação na Revista Vanilla
Eis uma matéria sobre meu livro "A Linguagem dos Pássaros" (poesiaEditora Patuá 2014) publicada pela Revista Vanilla edição de número 6, de 2015.Grata ao jornalista Nelson Junior, meu amigo de Pato Branco, PR, por esse presente.
Publicação de poemas na Revista Acrobata
Para o amigo Demetrios Galvão.
Qual a minha emoção ao abrir a correspondência e ver a Acrobata mostrando-me a feitura, finíssima feitura aliás. Mais uma agradável surpresa me felicitou ao ver meus poemas publicados na primeira página! Quanta alegria!
E ao percorrer a Acrobata, a cada nova página, autor, ilustrações, textos riquíssimos, meu entusiasmo pela Literatura aumentava. Parabéns a todos os participantes dessa edição. Faço o registro, com essas fotos, desse presente inefável. Obrigada ao corpo editorial da "Acrobata-Literatura Audiovisual e outros Desequilíbrios".
E ao percorrer a Acrobata, a cada nova página, autor, ilustrações, textos riquíssimos, meu entusiasmo pela Literatura aumentava. Parabéns a todos os participantes dessa edição. Faço o registro, com essas fotos, desse presente inefável. Obrigada ao corpo editorial da "Acrobata-Literatura Audiovisual e outros Desequilíbrios".
sexta-feira, 10 de abril de 2015
Aqui passaram penas
Aqui passaram penas.
Foi o gato.
Ontem a noite.
Por isso os ratos Hoje.
https://www.facebook.com/tere.tavares.1
As poetas Adriane Aneli Lagrasta e Chris Hermann publicaram esse poema na page Boca a penas.
Obrigada, sempre, amigas.
https://www.facebook.com/tere.tavares.1
As poetas Adriane Aneli Lagrasta e Chris Hermann publicaram esse poema na page Boca a penas.
Obrigada, sempre, amigas.
quinta-feira, 9 de abril de 2015
Participação de atividades na Academia de Letras de Toledo, PR.
| A troca de novos livros. |
terça-feira, 17 de março de 2015
Dia Mundial da Poesia em Cabo Verde
Uma honra ter sido convidada a participar desse Evento; Ainda que à distância, saber-me lida nesse Sarau Poético é motivo de emoção e alegria. Muito Obrigada aos Organizadores e demais participantes; especialmente ao amigo e escritor Nuno Ferreira Rebocho.
Matéria completa no link:
http://www.africa21online.com/artigo.php?a=11024&e=Cultura
Matéria completa no link:
http://www.africa21online.com/artigo.php?a=11024&e=Cultura
sexta-feira, 13 de março de 2015
Clemente
![]() |
| Pescador ao por do sol - ost- 35x70 - 2009 Tere Tavares |
O sol sumia por entre as pedras entristecidas. As ondas, como enormes maços de nostalgia, esparramavam-se incansavelmente sobre a imensidão difusa da praia.
Era uma vez um desvairado pairando sobre a vastidão. Atravessou a crueza da sombra e foi ter com os rochedos. Era possível que estivesse num lugar onde provasse toda a sorte de sensações. Seu objetivo era o lado oposto. Lá encontrou ondas maiores e ameaçadoras. Alguém vendia ilusões a cinco reais.
Resolveu retornar ao lugar de onde viera. Sentia-se vigiado. Sequer se lembrava dos seus. No brilho dos finos grãos de areia, como redigidos por uma estrela de meio-dia, lia-se o motivo de cada ser que ali houvesse aportado. Seriam legíveis aos outros os passos que dava na mesma proporção que lhe eram nítidos os rastros dos outros?
O desvairado, contorcido pelas bifurcações do pensamento, almejava estar diante de outro cenário. Mal podia conter o torpor da sua terrível ansiedade. “Deves sentir cada direção escolhida, seja como for”. Aplaudiu ao sinal como quem se agarra ao intransponível. “Terás de sentir também esses ares recém plantados, e os infinitos. Queres? Quem sabe as areias movediças? Não recomendo que te satisfaças tão rapidamente”.
Atendeu sorrindo com a febril consciência de um ponto sem ponto. Provara a todos e a si mesmo – a mente liberta o fazia sentir-se lucidamente fecundo, eufórico. O primeiro nascimento, o segundo viver, o terceiro término. Não lutou contra a canção espiralada no peito. Brincou com os seixos. Guardou alguns búzios. Não se tornaria opaco outra vez. Era como se repartisse a própria vida sobre um tabuleiro interminável, o delírio cinza e sublime – sem perceber a loucura que o acompanharia até o céu.
do livro "Entre as àguas" (prosa 2014)
pintura: "Pescador ao por do sol" - ost- 35x70- 2009 By Tere Tavares
Contos publicados na Revista Diversos Afins
Na edição número 99, março de 2015, da Revista "Diversos Afins" estou na página
"Dedos de Prosa III" com dois contos: " O Colorista" e "Sub-reptício".
Agradeço aos "leveiros" Leila Andrade e Fabrício Brandão pela publicação.
A ilustração é da artista plástica Alessandra Bufe Baruque.
Para leitura acessem:
http://diversosafins.com.br/?p=9475
ou
http://diversosafins.com.br/
Bom passeio!
"Dedos de Prosa III" com dois contos: " O Colorista" e "Sub-reptício".
Agradeço aos "leveiros" Leila Andrade e Fabrício Brandão pela publicação.
A ilustração é da artista plástica Alessandra Bufe Baruque.
Para leitura acessem:
http://diversosafins.com.br/?p=9475
ou
http://diversosafins.com.br/
Bom passeio!
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
Cinquenta tons de gris
Cinquenta tons de Gris
Ou para ilustrar meus Brasis
Um defeito
Um mal feito
Um jogo de fogo
Escondido
Temido
Sem hora nem jogo
Um joio
Um fogo
Um tombo no povo
É festa
É funesta
É a fresta de novo
Um defeito
Um mau jeito
Uma faca de névoa
Não é bomba nem sombra nem água demais
É camuflagem é corrupção é mil e um carnavais
É você do outro lado
É você crucificado
Pelo jeito
Pelo mal feito
Pela norma no chão
Pela lei não cumprida
Pela pátria falida
Pela lei do cão.
É um chega que grita e não é ouvido
É uma alma aflita
[Não é uma. É um milhão]
É o roubo indevido
É uma pobre nação.
É uma corda bamba
Virando samba-canção.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
Tempestade Urbana é Movimento
![]() |
| "Observadores" -2007 - Técnica Mista- 40x50 BY Tere Tavares. |
TERE TAVARES responde ao desafio:
O QUE É TEMPESTADE URBANA PRA VOCÊ?
Tempestade Urbana é Movimento.
Movimento Tempestivo.
Poema Publicado na page "Tempestade Urbana":
https://www.facebook.com/tempestadeurbana/photos/a.497771583691274.1073741829.497751130359986/592300237571741/?type=1&fref=nf&pnref=story
Aqui o Projeto "Do ovo ao voo":
https://www.facebook.com/tempestadeurbana/photos/a.543201739148258.1073741835.497751130359986/590495657752199/?type=1&theater
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
Máscara Brasileira/Carátula Brasileña
Poema (bilingue) publicado no espaço Tempestade Urbana. Grata a Adriana Aneli Costa Lagrasta pelo honroso convite à participação do Projeto "Do ovo ao voo".
Máscara Brasileira
Não definiu a proposta
As formas mais simples.
O que governa
Não escreve a boa tradição.
Na atualidade
E desde sempre
De há muito tempo
Não é o verdadeiro eu que conta
Antes a concepção mais falsa
Do que deveria ser honestidade.
Canta o povo
Dança seu coração
Não obstante
De novo
Canta o povo
Dança seu coração
Sua alma se perde
Ele não tem que mudar por obrigação
Contudo pode mudar seu tortuoso caminho
Com seu grito de asas abertas
De inconformismo
By Tere Tavares
Carátula Brasileña
No definió la propuesta
Sensilamente las formas.
Lo que gobierna
No escribe la buena tradición.
En la actualidad
Y desde siempre
Hace mucho tiempo.
No es el verdadero yo que cuenta
Si no la más falsa concepción
De lo que debería ser honestidad.
Canta el pueblo
Baila su corazón
Sin embargo
De nuevo
Canta el pueblo
Baila su corazón
Su alma se pierde
Y él no tiene que cambiar por obligación
Y todavía puede cambiar su estorbado camino
Con su grito de alas abiertas
De no conformidad.
By Tere Tavares
Máscara Brasileira
Não definiu a proposta
As formas mais simples.
O que governa
Não escreve a boa tradição.
Na atualidade
E desde sempre
De há muito tempo
Não é o verdadeiro eu que conta
Antes a concepção mais falsa
Do que deveria ser honestidade.
Canta o povo
Dança seu coração
Não obstante
De novo
Canta o povo
Dança seu coração
Sua alma se perde
Ele não tem que mudar por obrigação
Contudo pode mudar seu tortuoso caminho
Com seu grito de asas abertas
De inconformismo
By Tere Tavares
Carátula Brasileña
No definió la propuesta
Sensilamente las formas.
Lo que gobierna
No escribe la buena tradición.
En la actualidad
Y desde siempre
Hace mucho tiempo.
No es el verdadero yo que cuenta
Si no la más falsa concepción
De lo que debería ser honestidad.
Canta el pueblo
Baila su corazón
Sin embargo
De nuevo
Canta el pueblo
Baila su corazón
Su alma se pierde
Y él no tiene que cambiar por obligación
Y todavía puede cambiar su estorbado camino
Con su grito de alas abiertas
De no conformidad.
By Tere Tavares
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